domingo, 30 de dezembro de 2012

Feliz 2013










Eu desejo a todos que me emprestaram olhos e ouvidos em 2012 um muito feliz ano novo; sem os atropelos do místico e insondável número 13 e sem mais fins de mundo (salvo quando força de expressão) neste ano que ora chega.






Feliz 2013


São Paulo, SP, 30 de dezembro de 2012

Mkmouse


quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Carta para 2013



Em dezembro de 2009 eu fiz uma postagem sob o título Uma Carta Vídeo Fonada Para 2010, esta no link:-


Foi um show de Rock, chamado então de Live Aid, realizado em diversos países simultaneamente, em 13 de julho de 1985.

Acabou sendo uma das maiores transmissões via satélite do mundo, estima-se que este concerto teve mais de 1,5 bilhões de espectadores em mais de 100 países da Terra; este show foi elaborado e executado com o intuito de ajudar os famintos da Etiópia.

Mas, a violência que deveria morrer na Etiópia espalhou-se para o mundo nas mais diversas formas e maneiras e hoje em dia, leva-nos a pensar que se neste crescimento continuar, em breve o homem de bem, honesto, leal e trabalhador só estará, teoricamente, seguro se estiver preso na cela de isolamento de uma penitenciária de segurança máxima.

Curiosamente em 1995, dez anos depois do show Live Aid, Michael Jackson, com certeza não vendo mudanças significativas no globo depois do show de 1985, compôs a música Earth Song, na mesma linha de pensamento só que desta feita de maneira mais ampla, abrangente, global, mas ainda longe da realidade que vivemos.

O vídeo clipe de Michael Jackson, para esta música, termina com um milagre, quem sabe se ainda dá tempo e não precisaremos deste milagre, nós mesmos podemos fazer um.


"Earth Song" foi escrita por Jackson em 1991, mas ela acabou ficando de fora do álbum daquele ano.

O coral gospel de Andrae Crouch foi convidado para fazer o backvocal da canção, eles já tinham trabalhado com Jackson em canções anteriores como "Man in the Mirror" e "Will You Be There".

A intenção de Michael era criar uma canção de lirismo profundo e melodia simples para que pessoas do mundo todo pudessem cantar junto.

A canção tem um clima de música clássica, tipo de música que apareceu mais no álbum em que foi lançada.

Na faixa, Jackson alerta a consciência social, avisando que estamos indo longe demais com nossas atitudes para com o planeta Terra.


A canção foi indicada a um Grammy em 1997.

O vídeo foi dirigido pelo fotógrafo Nick Brandt, e contava com vários efeitos especiais.

O videoclipe se passa em 4 lugares diferentes do Planeta: Na Floresta Amazônica, com nativos da região, em uma zona de guerra na Croácia, com os moradores da área, na Tanzânia, que incorporou as cenas da caça ilegal de elefantes com suas presas de marfim arrancadas e em Warwick, Nova Iorque, onde um incêndio florestal foi simulado em um campo de milho (onde Jackson aparece).

 

O clipe termina com um pedido de doações para a Fundação Heal The World que não aparece nesta versão que apresento.

Um dos mais belos vídeos clipes da carreira do Rei do Pop, Earth Song foi transmitido mundialmente exceto para os Estados Unidos.


Foi considerado o melhor clipe de Michael, segundo o Top 40 especial Michael Jackson MTV.

Michael estava planejando apresentar Earth Song em sua série de shows em Londres também (não se sabe ao certo).

No documentário "Michael Jackson's This Is It", o qual conta com as imagens dos ensaios para tal turnê, podemos vê-lo ensaiando Earth Song.

Enquanto Michael apresentasse essa música, o público poderia ver um vídeo em 3D foi gravado especialmente para a turnê.

Tal video foi mostrado integralmente ao publico no Grammy Awards de 2010 enquanto Jennifer Hudson, Carrie Underwood, Smokey Robinson, Celine Dion e Usher cantam a música.

 Grammy de 2012


Nessa ocasião Jackson ganhou um prêmio Grammy póstumo, pelo "conjunto de sua obra", que foi entregue aos filhos do Rei do Pop.

Como presente de natal e final de ano, apresento para os meus leitores o vídeo clipe de 1995 que legendei em português: Earth Song (Canção da Terra) com Michael Jackson.

 
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São Paulo, SP, 06 de dezembro de 2012

Mkmouse


sexta-feira, 23 de novembro de 2012

O Rato da Criação e a Criatura



Você é um Homem ou um Rato?

Tá aí uma pergunta difícil de responder...

E que já não teve de ouvi-la né?

Mas o caso gira em torno da definição do que é um Homem e do que é um Rato!

Bom, para começar ambos são criaturas e a pergunta, quanto é formulada, é quase sempre no sentido de que o perguntado está pensando em escapar de alguma coisa que não lhe agrada e o perguntador não está com vontade de permitir isso.

O motivo deste conflito de interesses não vem ao caso, posto que certamente não é bom para a parte arguida e se esta não segurar o “pepino” o perguntador vai de uma maneira ou de outra acabar segurando o que ele sabe que não é bom; ou seja, o motivo via de regra não é bom para ninguém e só vai ser melhor para um dos envolvidos se algum outro for constrangido a ser “corajoso” e não ser um “Rato covarde”.

A questão está não na igualdade mas nas diferenças.

Existem muitos tipos de ratos desde o rato mais comum e natural como o rato dos campos, das pradarias, dos desertos e das florestas, à ratazana que é uma espécie subsidiada pelo homem e que só pode existir em seu meio.

A ratazana está para o rato verdadeiro, assim como o político está para o seu eleitor; os ratos certamente sobreviverão à extinção do homem mas as ratazanas não poderão sobreviver sem o lixo humano.

O Rato, como tudo o que foi criado pela natureza, tem em seu contexto uma função natural; já a ratazana é a mutação de uma criatura natural feita pela espécie humana e não é um provável salto evolucionário, ou involutivo, da espécie feita pela nossa mãe natureza.

A função do Rato na natureza é a mesma da engrenagem em uma máquina, mas a igualdade termina aí; a engrenagem de uma máquina fará o seu papel no contexto da máquina que faz parte, enquanto quem cuida da máquina, dela cuidar condizentemente mas o Rato, só poderá fazer o mesmo se cuidar de si mesmo, da sua espécie e dentro dos parâmetros que a criação determinou.

O Rato comum, onde quer que viva, tenha o nome que tiver, só poderá fazer o seu serviço na trama da natureza se conseguir sobreviver no universo onde vive e o universo da criação é extremamente hostil à vida, seja ela qual for, ele não faz distinção entre a vida de uma estrela ou a de um simples Rato em sua hostilidade.

Se você não tem tempo para fazer qualquer outra coisa que não seja a sobrevivência sua, bem como os seus, você e os seus são Ratos verdadeiros.

Se você acha que sobreviver é só trabalhar, é comer, é beber, é possuir algo ou ainda descansar com segurança na velhice, você não é um Rato.
A sobrevivência é algo tão complexo que só um Rato pode entender, não basta estar vivo, gordo, rico e saudável no dia seguinte; é necessário muito mais que isso e é por isso que existem as ratazanas.

Já ouviram o dito “Sapo de fora não Chia.”?

É por isso que se vocês encontrarem um Rato verdadeiro no lixo é porque ele está morto mas se não for este o caso, tenha certeza que as ratazanas de plantão no lixão o matarão com uma rapidez alucinante, Ratos verdadeiros não conseguem sobreviver na imundície, no lixo, e principalmente na (ou da) ignorância mas as ratazanas conseguem, no entanto, estariam todas mortas quase que instantaneamente se viessem a sair de seu habitat natural e principalmente, se as sombras protetoras da ignorância viesse a desaparecer e a luz da cultura, do conhecimento sadio aparecesse para por as claras e a todos a podridão em que vivem.

Em toda a criação só o homem consegue criar lixo e no lixo criar homens; só o homem consegue sobreviver “confortavelmente” em meio à própria torpeza ou achar correto a vilania, a imoralidade e o desprezo a tudo que não seja ele mesmo dos membros de sua espécie; só o homem “e em toda a sua grandeza” consegue comer com sofreguidão os frutos da ignorância massificante, coletiva, que impôs aos membros menos afortunados da própria espécie.

Só o homem consegue ser e ver beleza na política imunda e desprezível que pratica; só o homem consegue ser mais desprezível e inútil que a política que tanto ama e pratica.

Nós, os Ratos, vivemos em um mundo onde vivem homens que comercializam a vida, vendem a honra, difamam o conhecimento e ridicularizam as verdadeiras belezas da criação, escravizam os semelhantes, os mais fracos e matam pais, mães e irmãos por menos que uma dose de cachaça barata no obscuro e sujo bordel das suas inúteis vidas.

Homens da Terra, acautelai-vos!

O Universo não admite erros e vós outros já há muito os vem cometendo, a extinção ou a escravidão vos espera ao fim desta jornada.

São Paulo, 23 de Novembro de 2012

Mkmouse





terça-feira, 30 de outubro de 2012

Era Uma vez, em outubro...


Mais um conto de fadas que acontece nos anos pares, em outubro, no Brasil.

Mas Graças a Deus, tudo tem um fim.

E outubro acabou.

Acabou o mês do Rato.

Um mês cheio de propaganda eleitoral gratuita, e bota gratuito nisso; um mês de eleições e como se não bastasse uma, por aqui houve duas; conversa fiada e palavrório para boi dormir, foram só por vinte e quatro horas ao dia.

Bendita seja a TV a cabo nestes dias.

Eu nem mesmo tive coragem de escrever alguma coisa neste mês com medo de acertar na previsão de alguma desgraça; é deixei o mês correr frouxo, na base do seja o que Deus quiser e para dizer com sinceridade, nem imagino quem “quis algo”, se foi Deus ou o Diabo.



Para ser mais sincero ainda, nem sei se quero escrever isso que estou escrevendo agora...

Eu escutei cada história que nem nos mais fantasiosos contos das arábias pode ser realizado em quatro anos e adivinha só se estas historinhas não deram certo no final das contas.

Dizem que Deus é Brasileiro, mas eu tenho certeza que se for, está de férias na Suíça há mais de quinhentos anos e o seu capataz, que por aqui ficou para tomar conta das coisas, desta aberração de criação humana, é ninguém mais nem quenos que o próprio Lúcifer.

Quer saber de uma coisa?

Este Rato está de “saco cheio” de tanta impunidade, canalhices, falcatruas, roubos, crimes com ou sem organização, governos que primam por incompetência quase ao absoluto, por fim, estou de “saco cheio” de um povinho que acha tudo isso um Luxo!!!

Fui, vou tomar um banho com sal grosso, arruda e urtiga, só para ver se acordo deste pesadelo ou me livro desta “inhaca”.

Fui...
Castelo Rá Tim Bum - Ratinho tomando Banho - Tv Cultura -- SP

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São Paulo, SP, 30 de Outubro de 2012

Mkmouse


domingo, 30 de setembro de 2012

Um Inferno de Democracia


Como a semana que chega, chega com as eleições, resolvi esticar mais um pouco o tema do edital da minha revista de outubro de 2012.

A gente olha o mundo e vê confusões, olha os continentes e vê confusões, olha para os países e la esta ela: a confusão; é tanta a confusão, tanta a bagunça, tanta a desordem que começo a pensar que o nome do planeta deveria ser trocado para Hades.

O capitamunismo governa os homens com a força da democrapanelinha, com o fundamental auxilio da ignorancultura pública associada aos plantéis dos bulesfé; acrescente-se a isso uma pitada de trapaça, de sem-vergonhice e de mentiras ou, falsas verdades (como quiser) para termos uma verdadeira eleição democrática.

Não entenderam nada né?

Eu explico.

Todo regime político, independente do nome que tenha é sempre um regime capitalista e o comunismo capitalista está em alta pelo mundo no momento.

Todos cantam e enaltecem a democracia, mas o que não contam para você é que a democracia só existe para quem está inserido na panelinha da democracia vigente, porque o resto das criaturas não inseridas neste contexto, sendo pagos ou não pelo que produzem, ou deixam de produzir serão sempre: escravos.

Nada que as minorias organizadas conseguiram até hoje, poderá ser mantido se o resto das pessoas, não pertinentes a estas minorias, não permanecerem ignorantes; é por isso que os governos primam em incentivar a ignorância e a vagabundagem; este é um dos carros chefe para uma minoria se manter no “puder”: o ministério da ignorância pública.

O segundo carro chefe das minorias governantes, a fé humana.

É para ela, a fé, que pode remover não só montanhas mas governos minoritários e majoritários também, que estas minorias governantes apregoam a separação entre a fé e o estado, mas o que eles não contam para você que só os crentes na fé é que são separados do estado, os líderes de cada crença, de cada fé são sempre uma parte do estado.

É por isso que eu escrevi os bulesfé.
Posto que sabido o é ser os crentes realmente os possuidores da fé, também é sabido e muito bem, que seus líderes são mais fracos na na fé de seus crentes proporcionalmente à medida que ficam poderosos e mais fortes, na mesma medida, na fé capitalista e isso quando não a tem apenas no capitalismo como um deus; estes homens são como os bules, apenas um aparato para a “pouca fé”.

Não existe para um povo um inimigo maior que o seu próprio governo e agora em outubro você escolherá o governo municipal para os vindouros quatro anos; por isso escolha entre todos os inimigos o mais fraco que encontrar na democrática relação que nos impingem.

Mas já que vai votar em alguém, procure pelo inimigo dotado de mais fé que encontrar, o que mais detesta a ignorância em todas as suas formas, o que mais irá fazer pelas maiorias sem contudo esquecer as minorias e que não tenha como deus o maldito capitalismo, mas que reconheça a sua existência e a sua força letal onde quer que atue.


São Paulo, SP, 30 de Setembro de 2012

Mkmouse


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P.S.

Aulete Digital – Palavra do dia: A palavra é sua!
Tema da semana: Eleições.

Voto (01/10/2012)

É a ação ou resultado de fazer uma escolha em qualquer processo eletivo.

No Brasil, o voto é facultativo para maiores de 16 anos e obrigatório para maiores de 18, e pode ser proporcional ou majoritário.

O voto proporcional elege deputados federais e estaduais e vereadores, enquanto o majoritário escolhe presidentes, governadores, senadores e prefeitos.

O primeiro se dá da seguinte forma: são apurados os votos de cada partido, que são atribuídos proporcionalmente ao número de vagas, sendo eleitos os candidatos mais votados em cada legenda partidária, até que as vagas sejam preenchidas.

Já no segundo, são eleitos os candidatos que obtiverem a maior quantidade de votos.

Neste, ainda há duas modalidades possíveis: a maioria absoluta, em que é eleito aquele que consegue mais da metade dos votos, nos cargos de Presidente, Governador e Prefeito das capitais e cidades com mais de 200 mil eleitores; e a maioria simples, em que é eleito o mais votado no caso dos Senadores e Prefeitos de cidades com menos de 200 mil eleitores.

Definição do iDicionário Aulete:

(vo.to)
sm.
1. Ação ou resultado de votar

2. Cada uma das opções de que se pode dispor em qualquer processo eletivo

3. P.ext. Em eleições brasileiras, cédula em que vem impresso o nome de cada candidato escolhido ou em que se marca a caneta essa alternativa [O sistema de votação com urna eletrônica implantado no Brasil não eliminou totalmente o 'voto' ou cédula de papel, que continua a existir como alternativa em caso de problemas técnicos com as urnas, ou numa eventual prolongada falta de energia elétrica.]

4. Compromisso ou promessa solene, de natureza religiosa ou afetiva (voto de pobreza; voto de lealdade)

5. Oferenda feita em paga de tal promessa

6.Manifestação pública e formal de alguma coisa [F.: Do lat.votu, 'promessa'.]
Voto censitário

1 Hist. Pol. Restrição do direito de voto àqueles que têm renda superior a determinado patamar mínimo estipulado [Cf. Voto universal.]

Voto de confiança
1 Pol. Autorização dada a governo, por câmara legislativa, de tomar decisões e agir de acordo com seu discernimento numa questão; voto que representa aprovação das ações por ele encetadas.

2 P. Ext. Endosso de uma assembleia às decisões do seu presidente.

Voto de Minerva
1 Voto de desempate do presidente de uma sessão deliberativa, em caso de empate na votação feita sem ele; voto de qualidade.
Voto de qualidade

1 Ver Voto de Minerva.

Voto eletrônico
1 Pol. Voto dado em máquina de votar eletrônica.

Voto nominal
1 Voto dado por pessoa que se identifica ou é identificada.

2 Sufrágio em que votante é identificado no ato de votar, ger. por chamada

Voto plural
1 Pol. Sistema eleitoral no qual uma pessoa pode ter direito a determinado número de votos, de acordo com critérios preestabelecidos.

Voto proporcional
1 Pol. Aquele dado em sufrágio proporcional, sistema no qual o critério de apuração não é pelo número absoluto de votos, mas a contagem de quocientes da divisão do número total de eleitores pelo de cadeiras a serem eleitas; se esse quociente é x, cada x votos elegem um candidato, e a sobra de votos de um candidato é dirigida a candidatos da mesma legenda.

Voto secreto
1 Aquele que o votante tem direito de não revelar.

Voto simples
1Ecles. Voto (4) de quem entra numa congregação religiosa.

Voto solene
1 Ecles. Voto (4) de quem entra numa ordem religiosa.

Voto vencido
1 Jur. Aquele que o membro dissidente de uma corte dá em separado.

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São Paulo. SP, 04 de outubro de 2012

mkmouse




segunda-feira, 24 de setembro de 2012

A Banda


Um Rato é um Rato.

Ratos não tem crenças políticas, religiosas, raciais, ideológicas, científicas, etc.

Um Rato é apenas um Rato, é antes de tudo um invisível sobrevivente.

Estava eu em minha fortaleza (toca), quando comecei a ver e ouvir uma série de notícias de distúrbios no oriente médio, crentes islâmicos em revolta estavam queimando coisas, enfrentando a ordem local e matando pessoas, tudo porque alguém, em algum lugar, havia produzido um filme e neste, o profeta Maomé era motivo de piada.

Este roedor, por isso, saiu a cata do motivo da celeuma e consegui encontrá-la.

Olha, o filme (se é que isso é um filme) é de um mal gosto tão exacerbado que até o próprio Lúcifer ficaria com inveja de não ter pensado em algo como aquilo para aprimorar o esquema de torturas do inferno, quem o fez ou o financiou é certamente é uma criatura inferior, vil e desprezível, eu só consegui ver no máximo uns 4 minutos e sai fora deste lixo de visão mas guardei a porcaria só para lembrar-me de que uma refinada merda, como este filme, só pode sair de uma bunda e não de um cérebro humano.

Voltei então os meus olhos para o mundo islâmico.

EM NOME DE ALLAH, O MISERICORDIOSO


Percebi que as ocorrências também não tinham consistência, explodiam alhures, não tinham um comando visível, uníssono.

Para esta criatura que vos escreve, com certeza aquilo não era o verdadeiro Islã, mas certamente eram incentivados (motivados) por pequenos crentes, fracos na fé e seguramente com intenções inconfessáveis.

Deveras, pelo pouco que meu estomago permitiu ver, o horroroso filmeco, este não só ofende o profeta do Islã, mas é também uma ofensa a qualquer tipo de arte, ou conceito artístico; é tão imbeciloide a infame película que nem mesmo fazia sentido algum a ofensa, uma ofensa sem um sentido para existir.

Quem fez este filme realmente deveria estar em uma camisa de força, em uma cela acolchoada, vigiado diuturnamente, a pão e água e não andando por ai como se fosse alguma pessoa humana.

Eu conheço criança com menos de dez anos fazendo filmes melhores com um celular vagabundo e usando bichinhos de pelúcia.

Por fim, eu não consegui reconhecer o Islã, nas manifestações que pipocaram pelo mundo.

Agora que a porcaria fedeu veja só como a coisa ficou.

Tirar o filme da internet (como se isso fosse possível) vai contra o principio da liberdade de expressão (nos EUA) e por isso certamente vai estar fora de questão; se o mundo islâmico proibir a veiculação do mesmo em seus domínios, o resto do mundo e todos os que tem algo a ganhar comercialmente (e são muitos) com a abertura do Islã para o mundo ocidental vão taxar (rotular) o mundo islâmico de tirânico, satanista e tudo mais que possa influenciar o populacho ocidental a concordar que a democracia e a liberdade do capitalismo norte americano é o melhor para o Islã também.

Coisinha enrolada não, mas politicagem é assim mesmo e é por isso que eu sempre digo, político bom é político morto; há exceções, é lógico, mas não conheço nenhuma nos dias de hoje, em nenhum lugar deste planeta e as que eu conheço estão mortas, quando não foram assassinadas publicamente, morreram em acidentes inexplicáveis.

Haliaeetus leucocephalus - águia de cabeça branca

Você acha que a coisa fica por aí?

Fica não.

Olha só esta opção para por um fim na confusão.

Se o Islã requer a extradição do(s) insultante(s) para o ser(em) julgado(s) pelos insultados, vai receber a seguinte resposta:

- “Isto é um absurdo, ele(s) não teria(m) ali um julgamento justo.”

Sem contar com as barreiras do direito internacional e os acordos políticos (impublicáveis) feitos e não feitos entre as nações envolvidas que justificarão a negação do pedido de uma forma legal entre as partes, para com isso gerar algo real a ser exibido triunfalmente ao público envolvido sobre a tão famosa liberdade e democracia americana.

Agora veja só como as coisas realmente são.

Um débil mental (como sempre) sem ligações com o governo de um país, sendo ou não nativo do mesmo mas com cidadania dada e reconhecida pelo pelo país em causa consegue ofender uma pessoa em um outro país e só Deus sabe como, isso vira um incidente internacional com graves consequências.

Quando se tenta por vias legais punir o agressor, descobre-se que isso não é possível, o país onde ele está não o punirá pois isso feriria a liberdade de expressão, extraditá-lo não seria possível, posto que julgamento justo só existe em seus domínios legais ou em algum outro lugar do mundo desde que, sob a sua tutela legal.

Agora vem o mais engraçado, o circo político, o “dois pesos e duas medidas.”

Um celerado se esconde debaixo das azas da Águia Careca e por isso pode fazer o que bem entende, certo ou errado, sem nenhuma punição desde que não faça isso contra o dono do emblema que o protege, mas se uma pessoa qualquer em qualquer canto do mundo em um estado não integrante ou subordinado dos EEUU fizer algo que perturbe o capitalismo americano, não há dúvidas que será severa e exemplarmente punido e como exemplo disso eu cito o site Megaupload.

Eles tinham a sua sede em Hong Kong, resolveram ser “expertos” e foram curtir a vida fora da austeridade chinesa (na libertinagem ocidental) e quando caíram nos domínios (não oficiais) do governo norte americano, deu nisto aí abaixo:

O Megaupload hoje 24-09-2012

Mas pode existir algo que pode ser ainda muito pior; vocês conhecem a música, A Banda de Chico Buarque?

Conhecem, bom...

A letra da musica eu coloco abaixo.

Se forem feitas algumas alterações (que eu não fiz) para indicar os eventos que mencionei anteriormente a letra da música se torna realmente um motivo de preocupação.

A Banda
Chico Buarque

Estava à toa na vida
O meu amor me chamou
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor

A minha gente sofrida
Despediu-se da dor
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor

O homem sério que contava dinheiro parou
O faroleiro que contava vantagem parou
A namorada que contava as estrelas, parou
Para ver, ouvir e dar passagem

A moça triste que vivia calada sorriu
A rosa triste que vivia fechada se abriu
E a meninada toda se assanhou
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor

Estava à toa na vida
O meu amor me chamou
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor

A minha gente sofrida
Despediu-se da dor
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor

O velho fraco se esqueceu do cansaço e pensou
Que ainda era moço pra sair no terraço e dançou
A moça feia debruçou na janela
Pensando que a banda tocava pra ela

A marcha alegre se espalhou na avenida e insistiu
A lua cheia que vivia escondida surgiu
Minha cidade toda se enfeitou
Pra ver a banda passar cantando coisas de amor

Mas para meu desencanto
O que era doce acabou
Tudo tomou seu lugar
Depois que a banda passou

E cada qual no seu canto
Em cada canto uma dor
Depois da banda passar
Cantando coisas de amor
Depois da banda passar
Cantando coisas de amor...

Estou muito interessado em saber o que na realidade significa tudo isso; o que está sendo realmente orquestrado pelo mundo a fora; o que está acontecendo na realidade e que não foi, ou não está sendo visto por nós, simples mortais.

É... Fui...

São Paulo, 29 de Setembro de 2012

Mkmouse



sexta-feira, 31 de agosto de 2012

O Rato Patriótico



E chegou mais uma vez a semana da pátria aqui no Brasil.

Do dia primeiro até o dia sete deste mês, comemora-se por aqui a semana da pátria, visto que no dia sete de setembro do ano da graça de mil oitocentos e vinte e dois, o príncipe português Dom Pedro, resolve, depois de algumas peripécias, ser o imperador dor do Brasil, que até então era apenas mais uma colônia do reino de Portugal.

Independência ou Morte (O Grito do Ipiranga)
Pedro Américo (1843-1905)
1888 – óleo sobre tela – 415 x 760 cm
Museu do Ipiranga – São Paulo, SP

Sabe como é né?

Ele preferiu ser um imperador no inferno a ser um simples príncipe no céu, aí veio a rede “Bobo”, aproveitou a “brecha” e fez a mini série: “ Os Quintos dos Infernos”. (faturou horrores em cima do tema)

Pedro Américo de Figueiredo e Melo (1843-1905)
Pintor, Romancista e poeta brasileiro.

Mas isso é outra história, o negócio é que esta patriótica ideia custou caro. (será que ainda custa?)

O então jovem império do Brasil (ainda não entendi o porque de um imperador e não um rei) teve que pagar a Portugal (indenizar) pela sua perda de rendas (aquilo que já tinham levado daqui não conta para pagamento, só aumenta o valor do mesmo), foi neste momento que o nosso imperador, agora intitulado Dom Pedro I, descobriu que era um pobre, simples e miserável imperador (estava duro, sem tutu, não tinha grana alguma), mas como tinha a pouco saído da “aborescência” não deu o braço a torcer e falou com os ingleses.

Bandeira do império do Brasileiro
Jean-Baptiste Debret (1768-1848)

Ah, os ingleses!

Estas criaturinhas insofismáveis, não tiveram dúvidas, arranjaram o “Tutu” que o imperador do Brasil precisava para se livrar do infernal jugo português e criar o seu próprio meio de vida.

Logotipo oficial do governo francês,
utilizável somente pelas instituições governamentais francesas (incluindo as prefeituras).

Para os ingleses “Liberté, Egalité, Fraternité” é algo válido e necessário em todos os países do planeta (menos em suas colônias); foi neste momento que deixamos de ser colônia portuguesa para ser empregados e devedores de sua majestade o rei George IV da casa de Hanôver, pelo ganho da libertação dos opressores portugueses, com a graça de Deus.

Retrato de George IV do Reino Unido com as vestes da Ordem da Jarreteira,
como príncipe regente, de 1816, por Sir Thomas Laurence.
Museu do Vaticano, desde 1820

Valha-me Deus, que confusão!

A partir deste dia, se não me engano nublado no planalto de Piratininga às margens do córrego do Ipiranga, deixamos de saber quem, oficial e definitivamente, manda em “terras brasilis” e isso persiste até os dias de hoje.

Hoje, no ano da graça de 2012, este é um país livre, democrático e por fim encaminhando-se para a globalização.

Os Três mosqueteiros (romance histórico)
Alexandre Dumas (1802-1870)
Nome de batismo, Dumas Davy de la Pailleterie


O ideal francês venceu e agora seríamos “todos por um e um por todos”!

Crescemos muito, evoluímos muito, quanto mais livres nos vamos ficando, maior é o plantel da liberdade, mais grosso o couro e discretas as marcas; quanto mais democráticos nos somos, menos reconhecemos a igualdade e a fraternidade, mais curtas são as rédeas que ganhamos.


Por fim estamos lutando desesperadamente para atingir o ápice da glória, a globalização.

Já globalizamos a nossa liberdade, a nossa democracia, estamos globalizando os nossos recursos enfim, tudo o que temos e até o que não temos (coisas de político brasileiro); estamos nos incorporando de corpo e alma no ideal francês, em breve seremos e definitivamente só “um por todos”!

É...

Viva a democracia! (dos testas de ferro e do anonimato)

Viva a liberdade! (a liberdade de votar obrigatoriamente, a liberdade de chegar a uma universidade sem precisar estudar, a liberdade da impunidade e da libertinagem)

E que Deus perdoe o passado desta terra, nos conforte no presente e seja piedoso com o futuro de minha pátria.

E quer saber...

...fui fazer uma naninha, inté...


São Paulo, 31 de Agosto de 2012

Mkmouse


segunda-feira, 20 de agosto de 2012

O Rato e o Rigoletto



Nas últimas postagens tenho apresentado trechos de obras do canto lírico e resolvi nesta continuar assim.
Esta semana eu assisti, mais uma vez, a opera Rigoletto de Giuseppe Verdi (1813-1901) e desta vez o que me chamou a atenção foi a sua atualidade, por mais incrível que pareça, foi a atualidade do drama.

Rigoletto é uma ópera em três atos e cinco cenas do compositor italiano Giuseppe Verdi, com libreto de Francesco Maria Piave, estreou no teatro La Fenice de Veneza em 11 de março de 1851.

Auditorium, La Fenice Theatre, Venice, Italy
Janeiro de 2007 – foto feita pelo próprio teatro

Ópera inspirada na peça de teatro “Le roi s'amuse” de Victor Hugo, desvia-se ligeiramente da peça, devido à censura imposta na época de sua composição e estreia; a personagem do Duque era inicialmente o Rei e algumas partes do texto tiveram de ser alterados devido ao conteúdo político inaceitável nas últimas décadas do Resorgimento italiano (1815-1870).

O Rigoletto é a décima sétima ópera de Verdi

Retrato de Giuseppe Verdi (1886).
Galería Nacional de Arte Moderna de Roma.

Esta ópera versa sobre a falência moral de um reinado e de sua corte, sobre inversão de valores morais e sociais, sobre a promiscuidade, sobre a cupidez humana e suas taras, enfim sobre os dias de hoje embora tenha sido vista pela primeira vez ha 161 anos atrás; curioso não?

 
Rigoletto - BBC 2001


Rigoletto, Teatro Nacional da Moldávia

Rigoletto e Gilda
Hudson Opera Teatre - 2002/2003

Rigoletto, o bufão, o bobo do rei, o bobo da corte, na ânsia de agradar os poderosos, tripudia sobre a dor das vítimas do rei e de sua corte os quais, no buscar insano dos prazeres mundanos e no desprezo pelos sentimentos alheios, não medem esforços nem meios para atingir seus inconfessáveis objetivos; acho que você já viu isso, não em algum, mas em muitos lugares hoje em dia, como nas nas ruas, nas baladas, nos bailes fun...(sei lá o que), nos bailes "pancadões" que rolam hoje, livres e soltos, pelas sarjetas da vida e em especial na vida política, não só neste país mas pelo mundo afora, onde homens sem nenhum senso de moral, de responsabilidade e pleno desconhecimento do que significa o lado bom da palavra: caráter.

Estas criaturas inomináveis, cometem as maiores barbaridades em nome da lei, da ordem, pela liberdade e por fim, atrocidades inimagináveis em nome de Deus e pela democracia.

Rigoletto paga caro, paga muito caro pela sua baixeza, pela sua vilania, pelo seu servilismo, pela sua torpeza e pela sua fraqueza moral.

Ao cair o pano do da terceira cena do primeiro ato, alguns cortesões contam a Rigoletto que estão a seguir os seus conselhos e vão raptar a mulher do Conde.

Rigoletto ri, divertindo-se e diz que quer participar do rapto, os cortesões (seus sempre amigos e aliados) vendam-no e pedem para que fique a segurar a escada por onde sobem, entram dentro da casa e efetuam o rapto voltando pela mesma escada.

Só depois que eles partem com o prêmio da coletiva vilania é que o Rigoletto percebe: houvera tomado parte no rapto de sua única filha findando-se assim o primeiro ato.

Eu escolhi as últimas cenas do segundo ato para esta apresentação; começa com a ária de Gilda “Ciel! Dammi coraggio!”, passa pelo dueto de Gilda e Rigoletto “Piangi, fanciulla piangi”, terminando em um outro dueto entre pai e filha (Rigoletto e Gilda) “Vendetta, Tremenda vendetta”, pondo fim ao segundo ato.

Eu escolhi esta sequencia por ser, (quando bem cantada) o dueto Piangi fanciulla de uma ternura quase infinita, um contraste fantástico com a brutalidade e violência da trama (como também pode ser terna, brutal e violenta alma humana) que tem como sequencia final, após um pequeno momento de transição, outro dueto entre Rigoletto e Gilda onde explode em uma apoteótica fúria, o ódio, o rancor e o desejo de vingança, selando com isso, definitivamente, toda a desgraça que está por vir no último ato.

The Royal Opera House, Convent Garden, London

A opera que possuo é uma versão de 2001 (imprópria para menores de 18 anos) e sinceramente a sequencia por mim selecionada está melhor cantada na minha versão em disco (LP) que é uma coleção da Deustche Grammophon de 1980 com a orquestra Wiener Philharmoniker regida por Carlo Maria Giuliani e o coro da Wiener Staatsopernchor sob a regência de Roberto Benaglio a adornar o canto dos seguintes artistas: Piero Cappuccille, Ileana Cotrubas, Plácido Domingo, Elena Obraztsova, Nicolai Ghiaurov, Kurt Moll e Hanna Schwarz.

Interpretes das cenas exibidas:

           Rigoletto – Paolo Gavanelli

           Gilda - Chistine Schäfer

           Court Usher – Nigel Gliffe

           Conde Monterone – Giovan Battista Parodi

The Orchestra Of The Royal Opera House – Concert Master Peter Manning – conduzida por Edward Downes e o The Royal Opera Chorus – diretor Terry Edwards – Produção da BBC Canadense no The Royal Opera House, Convent Garden, Londres em 2001.

The Royal Opera House, Convent Garden, London
Il Rigoletto – Verdi – 2001
Agradecimento final

Infelizmente eu tive que reduzir a qualidade do pequeno vídeo de 12 minutos, posto que na qualidade original tinha quase meio gigabyte com isso reduzi este vídeo a quase 20% do tamanho original.

Detalhe: na segunda parte do vídeo, o trono do Duque (Rei) representa a presença física do mesmo, em algumas montagens há um retrato do referido em lugar do trono.

Este vídeo tem 88 MB, foi trabalhado no AviDemux GT e GTK, é MPEG-4 ASP (Xvid) com o nome de Rigo12legendado.avi

A legenda foi elaborada por mim no Gnome Subtitles em UTF-8, gravada no vídeo com fonte Arial nono, inserida e colorida no mesmo AviDemux; elaborada com base no libreto da opera, “O Rigoletto” que foi apresentada no Teatro Nacional de São Carlos, Lisboa, Portugal em 2007.

Fachada do Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, Portugal.
10 de Abril de 2006, foto de Thomas from Vienna, Austria

video


São Paulo, SP, de 10 a 20 de agosto de 2012

Mkmouse